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Resumo em 10 segundos

Profissionais circulam de traje hospitalar no Santa Efigênia e aumentam risco de infecção na rua e dentro dos hospitais 🧵⚠️

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Santa Efigênia (BH): profissionais circulam de jaleco na rua — risco duplo: podem contaminar a população e pacientes internados 🧵⚠️ A lei que proíbe isso existe há quase 15 anos, mas o hábito persiste. Vamos entender por que isso é perigoso.

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Basta um giro pela região hospitalar pra ver jalecos em restaurantes, lanchonetes, pontos de ônibus e dentro de coletivos. Moradores e trabalhadores, como a técnica Roberta Castro, relatam ver médicos fazendo refeições com o traje. Situação repetida e preocupante.

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O problema não é só estética: esses "privativos" (roupas de bloco e áreas internas) podem carregar bactérias e outros patógenos. Ao transitar na rua, superfícies e pessoas viram vetores — e o maior risco é levar isso de volta para pacientes já fragilizados.

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O CRM condena a prática e reforça a importância de denúncias. Além da fiscalização, parte da solução é estrutural: hospitais devem oferecer vestiários e rotinas de troca. Cobrar melhores condições de trabalho também protege pacientes e profissionais.

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O que cada um pode fazer: cidadãos — evite contato com roupas hospitalares, mantenha higiene das mãos e denuncie comportamentos de risco; profissionais — troque o jaleco antes de sair, use bolsas plásticas para transporte e pressione por protocolos claros na sua unidade.

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Reflexão final: não é só uma questão de imagem — são escolhas que afetam quem já está vulnerável. Pequenas ações institucionais e individuais evitam contaminação e protegem a saúde coletiva.

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