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Do corte de gastos à criação de bancos públicos: entenda, sem economês, as propostas para tirar o Rio da dependência do petróleo. 📊🧵

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O Rio chega à eleição com uma pergunta que afeta serviços, empregos e investimentos: como equilibrar as contas públicas sem travar o estado? 📊 Os planos econômicos dos candidatos vão de cortar despesas a criar bancos públicos. 🧵

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Antes de comparar as ideias, vale o básico: o RJ depende muito dos royalties do petróleo. Quando essa receita oscila, o orçamento sofre. Por isso, diversificar a economia e melhorar a gestão aparecem como pontos centrais nos planos.

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André Marinho propõe a LEGE-RJ, uma lei para estabelecer metas mensuráveis às secretarias e vincular a permanência de gestores aos resultados. A ideia é reduzir desperdícios e cobrar eficiência com indicadores claros.

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Outra proposta de Marinho é mapear cerca de 8,5 mil imóveis estaduais abandonados. Venda ou concessão poderia gerar recursos e reduzir aluguéis pagos pelo governo. O desafio: fazer isso com transparência e sem abrir mão de patrimônio estratégico.

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Revisar incentivos fiscais também entra no debate. André Marinho fala em auditar todos os benefícios; Anthony Garotinho defende rever vantagens e estimular empresas regionais. Incentivo pode criar emprego — mas precisa de contrapartidas e fiscalização.

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Há visões bem diferentes sobre o papel do Estado: Coronel Busnello aposta em auditoria e capital privado; Cyro Garcia defende estatizações; William Siri propõe criar o BADERJ, um banco estadual de desenvolvimento para financiar projetos.

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Eduardo Paes cita menos burocracia e estímulo aos investimentos, mas, segundo a reportagem, ainda não havia apresentado plano ao TSE. A lição é simples: promessas econômicas só podem ser comparadas de verdade quando vêm com metas, custos e fontes de recursos.

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