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Resumo em 10 segundos

📊 Relatório do 2º quadrimestre de 2025: o RN gastou mais de metade das receitas com pessoal — e isso mexe com saúde, educação e investimento.

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RN: 55,73% das receitas entre maio e agosto foram pra folha de pessoal — acima do limite de 49% da LRF ⚠️🧵 Relatório do 2º quadrimestre de 2025 aponta gasto de cerca de R$10,38 bi só no Poder Executivo com salários e aposentadorias.

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Detalhe que pesa: 38% de toda a despesa bruta com pessoal no RN foi destinada a inativos e pensionistas — um dos índices mais altos do país. No relatório mais recente, o RN é o único estado acima do teto; Judiciário, Legislativo e MP estão dentro do limite.

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O que explica isso? Parcela grande de gastos com inativos é um fator estrutural, somado a receitas apertadas. Mas atenção: solução não é cortar direitos na pressa. Tem que rolar reforma responsável, transparência e medidas que protejam quem depende do serviço público.

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Ficar acima do limite traz consequências práticas: pressiona investimentos, dificulta acesso a crédito e aumenta a necessidade de ajustes. A LRF existe pra evitar que o gasto com pessoal comprometa o futuro — mas ajuste precisa equilibrar responsabilidade fiscal e justiça social.

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Pra ter ideia do impacto: se R$10,38 bi representam 55,73% do caixa, o total de receitas do período fica na casa dos R$18,6 bi — sobram só ~R$8,2 bi pra saúde, educação, obras e demais despesas. Espaço fiscal bem apertado pra investir sem mudança estrutural.

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Resumo final: o RN está com a conta apertada e precisa de diálogo público. Quais cortes ou reformas são aceitáveis? Como melhorar gestão sem jogar o peso sobre quem mais precisa? Ajuste fiscal com transparência e foco em inclusão é o caminho — fica a pergunta pra quem decide.

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