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Embrapa, Fiocruz, IFRO e UNIR colocaram uma pergunta incômoda às candidaturas: qual é o plano real para transformar pesquisa em futuro? 🔬🌱

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Rondônia pode crescer sem colocar ciência no centro das decisões? 🔬🌱 Embrapa, Fiocruz, IFRO e UNIR entregaram às candidaturas ao governo uma agenda para que pesquisa e inovação virem compromisso de gestão — não só promessa eleitoral. 🧵

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A pergunta é simples, mas desconfortável: como ampliar saúde, educação, produção e empregos diante da crise climática sem planejamento técnico de longo prazo? Improvisar políticas públicas custa caro — e geralmente quem paga primeiro é a população.

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A Carta Conjunta propõe que ciência, formação de pessoas e inovação sejam permanentes no planejamento estadual. Por que isso importa? Porque conhecimento não é enfeite de laboratório: pode orientar serviços públicos, produção sustentável e decisões baseadas em evidências.

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As instituições convidaram todas as candidaturas a conhecer, subscrever e debater os compromissos. Visitar laboratórios, projetos e equipes parece básico. Mas quantos programas de governo são formulados ouvindo quem pesquisa os problemas reais do estado?

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Embrapa Rondônia, Fiocruz Rondônia, IFRO e UNIR defendem uma interlocução que sobreviva à eleição e alcance a gestão iniciada em 2027. A questão é: haverá continuidade institucional ou cada mandato vai recomeçar do zero?

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Ciência também é acesso. Pesquisa pública, institutos federais e universidade podem formar profissionais, levar soluções às regiões e reduzir desigualdades territoriais. Mas sem orçamento, infraestrutura e diálogo com comunidades, inovação chega a quem precisa?

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Rondônia já tem relevância agropecuária, mas o desafio é outro: produzir mais valor com menos pressão ambiental, proteger a saúde e preparar pessoas para novas tecnologias. Desenvolvimento que ignora clima e conhecimento ainda merece esse nome?

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A carta não escolhe candidatos; cobra um critério: compromissos verificáveis com ciência e tecnologia. A eleição define prioridades por quatro anos. A pesquisa construída hoje pode definir as oportunidades — e os riscos — de uma geração inteira.

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