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Resumo em 10 segundos

China impressiona pela dificuldade; Itália, Espanha e Yulo chegam afiados. Mas treino de pódio também expõe onde uma medalha pode escapar. 🤸🧵

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A preparação masculina para o Mundial de 2026 terminou em Roterdã — e a China deixou um recado claro: dificuldade alta com execução muito segura. Mas o treino de pódio também mostrou que a disputa por finais e medalhas está bem mais aberta do que parece. 🤸🧵

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No Rotterdam Ahoy, a China brilhou sobretudo nas argolas e nas paralelas. Lan Xingyu, campeão mundial em 2021, apresentou uma série fortíssima nas argolas. Alguns ajustes na saída não diminuem o diagnóstico: é uma equipe que chega como referência.

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A profundidade chinesa aparece até nos detalhes: saltos de dificuldade 5.2 executados com aparente tranquilidade, mesmo numa sessão às 10h. Nas barras, o padrão técnico foi o habitual. Houve falhas pontuais na barra fixa, mas nada que mude o favoritismo.

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A ausência de Zhang Boheng no cavalo com alças poderia ser um ponto de pressão. Só que o treino sugere que a força coletiva chinesa absorve esse desfalque. É a vantagem de ter elenco: menos dependência de um único nome, mais margem para sobreviver a erros.

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A Itália, por sua vez, apostou em limpeza e consistência — caminho pragmático para brigar pelas oito vagas na final por equipes. Gabriele Targhetta caiu na primeira passagem do cavalo, mas reagiu bem na segunda. Em um esporte de margens mínimas, recuperação importa.

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A Espanha talvez não iguale a dificuldade dos líderes, mas Rayderley Zapata mostrou por que segue perigoso no solo. O medalhista olímpico de Tóquio acertou passagens complexas e trabalhou aterrissagens. Se encaixar o upgrade final, entra diretamente na conversa por pódio.

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Carlos Yulo, das Filipinas, também chega competitivo no individual geral: bons saltos e a forma refinada de sempre no solo, apesar de um escorregão na aterrissagem. O Mundial começa lembrando uma verdade incômoda: talento decide muito, mas estabilidade sob pressão decide medalhas.

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