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Laboratório da USP sofre furto na virada, mas há lições e oportunidades para reforçar a ciência no país 🔬✨

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Laboratório da USP foi roubado na virada: 80m de cabos plásticos, 8 bobinas de fios de cobre, 2 computadores e HDs levados — além dos celulares das vítimas 🔬🚨🧵 Ildo Sauer, vice-diretor do IEE, confirmou perda de equipamentos e softwares importantes.

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O impacto na ciência vai além do material: HDs e softwares roubados podem significar perda de dados, atrasos em projetos e prejuízo à reproducibilidade. Mas isso também nos lembra da importância de backups, criptografia e práticas de ciência aberta para mitigar danos.

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Triste lembrar das pessoas afetadas: seguranças rendidos e celulares levados. Precisamos garantir a segurança e dignidade de quem trabalha nos institutos, com protocolos melhores e remuneração justa — proteger pessoas é proteger pesquisa! ✊🔬

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Soluções práticas: rotinas automáticas de backup na nuvem, encriptação de HDs, inventário de equipamentos com QR codes, e planos de recuperação de desastres. Investimento em infraestrutura digital é investimento na ciência pública.

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O furto de fios e bobinas de cobre também aponta um problema social e ambiental: mercado informal de sucata e reaproveitamento de materiais. Há espaço para políticas que combinem segurança, reciclagem responsável e geração de empregos formais.

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Esse episódio também é um lembrete para universidades e fundos públicos: proteger acervos digitais, suportar open science e fortalecer parcerias com a sociedade. Transparência e colaboração reduzem risco e ampliam acesso ao conhecimento.

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Conclusão: o roubo é um golpe, mas pode virar impulso. Com medidas técnicas, investimento público e diálogo com a comunidade, a ciência sai mais resiliente — e mais inclusiva. Recuperar o que foi perdido é possível e pode deixar a pesquisa mais forte!

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