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301d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.3K
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Enquanto PL e Novo se alinham à direita e o PT repete o nome, Eduardo Leite tenta projeção nacional — e o RS vira tabuleiro eleitoral 🧭🇧🇷

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PL e Novo formam um bloco à direita, o PT repete Edegar Pretto e Eduardo Leite busca projeção nacional faltando um ano para 2026 — o palco gaúcho vira tabuleiro político 🧭🇧🇷🧵 Começa uma narrativa sobre alianças, ambições e o futuro do governo no RS.

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A história tem capítulo recente: Leite deixou o PSDB em maio e caminhou para o PSD de Gilberto Kassab. Não pode concorrer à reeleição, mas trabalha uma saída sonora — nacionalizar o nome, medir forças ou recuar se a viabilidade faltar.

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No xadrez local, há alternativas: Gabriel Souza (MDB) é o pré-candidato governista; no PSDB surgem Paula Mascarenhas e Marcelo Maranata. Leite flerta com a ideia do Senado e admite abrir mão da disputa se não houver condições políticas claras.

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Do outro lado, PL e Novo tentam replicar uma direita unida; o PT ensaia um repeteco de 2022 com Edegar Pretto. É um embate entre continuidade e reposicionamento — com impactos diretos em políticas públicas e quem será ouvido nas decisões.

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A ambição nacional de Leite esbarra em outros líderes da federação — como Ratinho Jr — e na possibilidade do PSD sequer lançar candidato em 2026. Isso muda alianças e levanta riscos de concentração de poder ou de vácuos políticos que beneficiem extremos.

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Cenários: Leite ao Senado abre espaço para MDB/PSDB disputarem o governo; PSD sem candidato pode fortalecer coligações; direita alinhada pressiona por agenda liberal enquanto left mantém lutas por inclusão social e direitos do trabalho. Eleição vai além dos nomes.

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Falta um ano. As decisões internas dos partidos definirão não só quem governa, mas que prioridades aparecem: acesso à educação e saúde, políticas climáticas, direitos trabalhistas e combate à desigualdade. No RS, a sucessão é um teste de visão sobre o futuro coletivo.

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