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🔬 Marcas microscópicas em projéteis ajudaram a conectar mais de 500 ocorrências criminais no Rio Grande do Sul. Entenda como funciona o Sinab. 🧵

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🔬 O Rio Grande do Sul ultrapassou 500 ligações balísticas confirmadas no Sinab, sistema nacional que compara vestígios de disparos. Cada “hit” pode conectar crimes antes tratados como casos isolados. 🧵

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A base científica está nas marcas microscópicas deixadas pela arma em projéteis e estojos. Mesmo armas produzidas em larga escala apresentam características próprias, como uma espécie de impressão digital balística.

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No Sinab, uma ligação confirmada ocorre quando peritos validam que vestígios de ocorrências diferentes foram produzidos pela mesma arma. A conexão pode envolver cidades e até estados distintos.

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O sistema chegou à Divisão de Balística Forense do IGP-RS em julho de 2022. Os resultados cresceram: 4 ligações em 2022, 52 em 2023, 93 em 2024 e 159 em 2025.

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Em janeiro de 2026, eram 308 ligações associadas a 235 armas relacionadas a crimes. Em pouco mais de nove meses, quase 200 novas confirmações elevaram o total estadual para 500.

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A tecnologia indica possíveis correspondências, mas não substitui o trabalho humano. Peritos analisam os materiais, comparam marcas ao microscópio e validam tecnicamente cada resultado antes de ele virar evidência.

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Desde janeiro de 2022, o IGP-RS registrou mais de 17,1 mil inserções no sistema e 35,6 mil correlações balísticas. O órgão lidera o país em número de inserções e de correlações no Sinab.

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Mais que um banco de dados, a balística forense transforma vestígios em conexões investigativas. O marco de 500 “hits” mostra como ciência, equipes qualificadas e estrutura pública podem dar contexto a crimes aparentemente sem relação.

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