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Resumo em 10 segundos

🚲 De estacionamento irregular a espaço compartilhado: a Rua Quermesse, em Nova Iguaçu, recebe obras que mexem com o trânsito, a segurança e o uso da cidade. 🧵

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🚲 A Rua Quermesse, no Carmari, está sendo revitalizada pela Prefeitura de Nova Iguaçu — e a mudança vai muito além do asfalto: inclui ciclorrota, pista de caminhada, drenagem e iluminação LED. O desafio agora é fazer o novo desenho urbano funcionar na prática. 🧵

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Com 500 metros, a via liga a Estrada Luiz de Lemos à Rua João Venâncio Figueiredo. É um trecho curto no mapa, mas estratégico no cotidiano: concentra deslocamentos a pé, de bicicleta e de carro. Obras assim têm impacto real quando conectam trajetos úteis, não apenas quando “embelezam” a rua.

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O canteiro central, antes ocupado por estacionamento irregular, foi requalificado para devolver área pública aos moradores. É uma mudança relevante: cada carro parado sobre calçada, canteiro ou faixa compartilhada reduz espaço e segurança de quem não está dirigindo.

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Na mobilidade, foram implantados 1 km de ciclorrota: 500 metros de cada lado da rua. Mas vale o alerta: ciclorrota compartilhada exige sinalização legível, velocidade compatível e fiscalização. Pintura no chão, sozinha, não protege ciclistas nem pedestres.

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A intervenção também recupera pavimento e drenagem. Esse ponto costuma receber menos atenção, embora seja decisivo: buracos e alagamentos tornam o trânsito mais lento, elevam o risco de quedas e danos aos veículos e afetam com mais força quem depende do deslocamento diário.

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Foram instalados 33 postes e 66 luminárias de LED. Melhor visibilidade pode ampliar o uso da via em horários variados e favorecer a segurança viária. Mas iluminação pública funciona melhor quando vem acompanhada de manutenção contínua, calçadas livres e travessias bem planejadas.

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Placas proíbem estacionar nas calçadas e na área de circulação compartilhada. A regra é necessária, mas o teste decisivo será a fiscalização: sem ela, a ciclorrota vira vaga improvisada e a caminhada volta a ser disputada com veículos.

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O projeto nasceu de uma demanda dos moradores apresentada ao prefeito Dudu Reina. A lição é simples: mobilidade não se resume a acelerar carros. Uma rua bem planejada precisa permitir que crianças, idosos, ciclistas e motoristas se desloquem com previsibilidade e segurança.

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