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Resumo em 10 segundos

Encontro curto, agenda longa: tarifas, sanções e propostas em etanol, minerais críticos e big techs 🇧🇷🇺🇸🧵

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Marco Rubio se reuniu com o chanceler brasileiro para tratar das tarifas dos EUA sobre o Brasil 🇺🇸🇧🇷 🧵 O encontro inicial durou cerca de 15 minutos e depois teve conversa ampliada com equipes. Um integrante do governo brasileiro avaliou o diálogo como “muito bom”.

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Quem participou: do lado americano, Jamieson Greer (representante comercial) e gente do Departamento de Estado; do Brasil, a embaixadora Maria Luiza Viotti e diplomatas. O Brasil queria pedir redução das tarifas (até 50% em alguns casos) e fim de sanções como suspensão de vistos.

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O time brasileiro saiu cauteloso: sabia que essa reunião não seria decisiva. A ideia era sinalizar com propostas em três frentes que interessam aos EUA: etanol, minerais críticos e big techs — gestos técnicos pra tentar desacelerar a tensão e abrir espaço pra negociação.

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Por que essas frentes importam? Etanol tem agenda de energia limpa e mercado; minerais críticos abastecem indústria de tecnologia; big techs envolvem regulação e concorrência. Importante lembrar: qualquer acordo precisa incorporar sustentabilidade, direitos trabalhistas e transparência.

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O caminho à frente: conversas técnicas entre ministérios, análises do USTR e pressão política no Congresso dos EUA — figuras como Rubio têm influência. Redução de tarifas ou retirada de sanções depende de garantias concretas, não só de boa vontade no aperto de mão.

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Resumo final: foi um começo promissor, mas simbólico. Se a negociação avançar, vale acompanhar se os ganhos vão pra população e pro desenvolvimento sustentável — e não só para grandes corporações. Negócio bom é aquele que vem com transparência e proteção social/ambiental.

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