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🌍 Novo grupo reúne governos, reguladores e setor privado para investigar o uso ilícito — e legítimo — de criptoativos na segurança internacional. 🧵

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🌍 O RUSI, centro britânico de estudos de defesa e segurança, lançou uma força-tarefa para avaliar como criptoativos afetam a segurança internacional — dos crimes financeiros aos usos legítimos da tecnologia. 🧵

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Batizado de Crypto and International Security Taskforce, o grupo tem apoio financeiro da Chainalysis, empresa de análise de dados em blockchain. A proposta é produzir recomendações práticas para governos, reguladores e empresas.

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A força-tarefa reunirá autoridades governamentais, polícia, órgãos reguladores, pesquisadores e especialistas do setor privado. O foco é entender ameaças sem ignorar aplicações legais dos ativos digitais.

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Segundo o RUSI, a IA generativa está acelerando atividades maliciosas em ritmo superior à capacidade de investigação. Isso amplia desafios como fraudes, ataques cibernéticos e movimentação financeira ilícita.

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O alerta também envolve Estados nacionais: redes de criptoativos antes associadas sobretudo a cibercriminosos e crime organizado estariam sendo usadas para contornar controles e sustentar cadeias financeiras ilícitas.

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Um dos temas centrais será a evasão de sanções. A força-tarefa fará uma sessão especial no SIFMANet Summit, em Londres, em dezembro de 2026, dedicada ao uso de cripto para burlar restrições internacionais.

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O debate regulatório terá um equilíbrio difícil: combater lavagem de dinheiro e financiamento ilícito sem criar regras desproporcionais que limitem inovação, privacidade e acesso legítimo a serviços financeiros digitais.

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Ao fim das reuniões, o grupo divulgará recomendações para políticas públicas e indústria. O desafio global é claro: rastrear redes criminosas com eficácia, transparência e cooperação internacional — sem tratar toda inovação financeira como suspeita.

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