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Delegação russa em Noida diz que certificação e licenças travam exportações — e propõe hub de fabricação de aviões de 72 lugares ✈️

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Rússia diz que barreiras não-tarifárias estão atrasando o comércio com a Índia em Noida 🧵 — representantes russos no UP International Trade Show apontaram problemas de certificação e licenciamento que emperram exportações justamente quando querem ampliar a parceria econômica.

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No diálogo em Expo Mart, a delegação falou de dificuldades concretas: testes diferentes, regras contraditórias e burocracia que atrasam metais, madeira compensada, químicos e outros produtos. Resultado? Prazo estourado e produtos menos competitivos no mercado indiano.

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Apesar dos entraves, as conversas também abriram portas: Rússia e Índia exploram cooperação em heavy industries, químicos, TI, farmacêuticos e eletrônica — e até um projeto ambicioso: um hub para fabricar aviões turbo-hélice de 72 lugares em Uttar Pradesh.

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O que são essas tais barreiras não-tarifárias? Basicamente, regras, normas técnicas e processos de certificação que acabam funcionando como entraves quando não há alinhamento entre países. Não é só papelada: impacta preço, prazo e confiança do comprador.

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Soluções práticas que pipocaram nas reuniões: acordos de reconhecimento mútuo de certificações, centros de testes conjuntos, capacitação de reguladores e harmonização de normas. Isso ajuda a democratizar o acesso a mercados e reduzir custos para empresas menores.

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Importante lembrar: alinhar normas não pode virar desculpa pra afrouxar padrões ambientais ou trabalhistas. A chave é combinar facilitação do comércio com sustentabilidade, segurança do produto e respeito aos direitos dos trabalhadores na cadeia produtiva.

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Conclusão? Há potencial real de crescimento — um polo de manufatura bem alinhado pode gerar empregos, transferência de tecnologia e fortalecer fornecedores locais. Mas isso só funciona com regras claras, cooperação técnica e foco em desenvolvimento sustentável. Pra pensar.

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