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#Vasco#Marcos Lamacchia#Leila Pereira#SAF#Blue Star#finanças-do-futebol#governança-corporativa#investimentos#clubes-de-futebol#transparência#privatização
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Marcos Lamacchia pode ser o novo CEO da SAF do Vasco — e nega que Leila Pereira esteja envolvida. "Me inspira, mas o objetivo é superá-la", diz o empresário, enteado de Leila 🙅‍♂️🧵

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Contexto rápido: SAF (Sociedade Anônima do Futebol) transforma clubes em empresas para atrair capital, reestruturar dívidas e profissionalizar gestão. Para o Vasco, isso significa decisões sobre receitas, ativos e a cara financeira do clube nos próximos anos.

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Lamacchia é sócio‑fundador da Blue Star, consultoria financeira. O vínculo familiar com Leila acende alertas sobre possível conflito de interesse — negar influência não substitui mecanismos de verificação. Due diligence independente é essencial.

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Ponto de governança: SAFs ampliam poder dos investidores. Sem conselhos independentes e cláusulas protetivas, decisões podem priorizar retorno rápido sobre legado social do clube. Isso toca inclusão, empregos e projetos comunitários vinculados ao Vasco.

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O desafio financeiro do novo CEO: reestruturar dívidas, aumentar receitas de mídia/patrocínios e valorizar ativos (estádio, base de jogadores). Risco claro: venda de talentos ou ativos para tapar buracos; solução sustentável exige planejamento de longo prazo.

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No mercado, investidores privados já tiveram impactos positivos e negativos em clubes. Diferença prática? Contratos com metas transparentes, auditoria externa e proteção a trabalhadores. Sem regulação, capital pode concentrar poder e enfraquecer o interesse público.

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Reflexão final: mais importante do que quem assume é como se estrutura a SAF. Torcedores e autoridades devem exigir plano financeiro claro, cláusulas que protejam patrimônio cultural e garantias trabalhistas. Transparência é a linha tênue entre profissionalizar e privatizar o clube.

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