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Três deputados fora do país, salários reduzidos, mas gabinetes que seguem gerando custo. O que isso diz sobre transparência e prioridades públicas? 🇧🇷💸

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Ramagem, Zambelli e Eduardo Bolsonaro têm salário cortado, mas custam R$ 400 mil/mês 🧵 Estão fora do país e, mesmo assim, os gabinetes seguem ativos e gerando despesas ao contribuinte.

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A Câmara reduziu vencimentos e parte da cota parlamentar, segundo reportagens. Ainda assim, despesas operacionais — salários de assessores, contratos e custos administrativos — continuam somando cerca de R$ 400 mil por mês. Quem arca com isso?

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Imagine a Maria, assessora que atende moradores do bairro: o deputado se ausenta, mas a rotina do gabinete continua. Esse é o ponto humano da história — políticas sobre cortes não podem prejudicar quem trabalha e depende daquele salário.

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Do ponto de vista institucional, há uma contradição: medidas disciplinares sobre remuneração coexistem com a manutenção estrutural dos gabinetes. Especialistas apontam que faltam regras claras sobre atividade remota e prestação de contas em tempo real.

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O debate não é só técnico. R$ 400 mil/mês é recurso público — podia financiar serviços locais, programas educacionais ou reforço em saúde. A forma como gastamos revela prioridades; transparência transforma indignação em mudança.

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Soluções possíveis: auditoria pública das despesas dos gabinetes, regras que definam presença e atividade mínima para manter verbas, e proteção aos direitos trabalhistas dos assessores. Mais clareza = menos espaço para dúvidas e desigualdades.

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Reflexão final: cortar salário é simbólico, mas não basta. Se queremos fortalecer a democracia, precisamos de explicações, prestação de contas e regras que garantam que o dinheiro público sirva ao coletivo — não à manutenção de estruturas opacas.

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