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Resumo em 10 segundos

A empresa que popularizou o software por assinatura está virando a mesa com IA. 🤖💸

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A Salesforce, que ajudou a popularizar cobrar software por usuário, quer mudar o jogo: agora a ideia é cobrar quando a IA realmente entrega resultado. 🤖💸 🧵

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O motivo é bem direto: agentes de IA estão fazendo tarefas que antes exigiam alguém logado no sistema. Se menos pessoas abrem o CRM, cobrar por “assento” — cada licença de usuário — começa a perder a lógica.

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No Agentforce, a Salesforce quer oferecer contratos mais flexíveis: pagamento ligado a vendas fechadas com ajuda da IA ou à economia gerada ao automatizar o atendimento. Em resumo: menos “quantos usam”, mais “o que resolveu”.

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Marc Benioff admitiu algo curioso: nesta corrida, a Salesforce está aprendendo com startups menores. OpenAI, Sierra, Fin e Cognition já experimentam cobrar por tarefa concluída ou por impacto gerado.

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O modelo lembra a Palantir: contratos bem personalizados, com uma mistura de valor fixo, uso da ferramenta e resultado de negócio. É mais difícil de comparar numa tabela, mas pode valer mais para quem fornece — e para quem compra, se funcionar.

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Tem uma pegadinha importante: medir “resultado” não é tão simples. Uma venda veio da IA, do vendedor, de uma campanha ou de tudo junto? Sem métricas transparentes, esse tipo de contrato pode virar uma bela discussão no fim do mês.

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Ainda assim, a mudança é gigante: a empresa que definiu a era do SaaS por licença pode ajudar a definir a era do software que trabalha sozinho. A pergunta deixa de ser “quantos acessos?” e vira “qual valor a IA trouxe?”.

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