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Prefeitura desafeta 7 imóveis para vender/usar em fundos e PPPs — potencial pra obra, mas precisa de transparência e foco social 🧾🌱

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Bruno Reis anunciou que Salvador desafetou 7 imóveis pra poder vendê-los, incluí-los em fundos ou usar como garantia em concessões e PPPs — medida pra liberar recursos e tocar obras na cidade 🏛️🧵

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Calma, o que é desafetação? Basicamente a prefeitura tira a destinação pública do bem pra poder alienar (vender), colocar em fundos imobiliários ou usá-lo como garantia em parcerias público-privadas. É um instrumento financeiro, não só burocracia.

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Reis disse que a grana de vendas entra no patrimônio público e vira investimento em novas aquisições — citou R$16 milhões em ativos vendidos no último mandato e a compra do prédio da antiga Golden Cross como exemplo prático.

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Pontos positivos: pode destravar recursos pra infraestrutura, escolas e saúde. Mas tem riscos — privatização disfarçada, perda de controle sobre serviços essenciais e impactos nos trabalhadores. Por isso transparência e cláusulas sociais são chave.

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Na prática, imóveis podem compor fundo garantidor pra concessões, virar fundo imobiliário que gere equipamentos ou ser vendidos pra financiar obras. Ótimo se a prioridade for acesso público, sustentabilidade e projetos que gerem emprego local.

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Resumo final: usar ativos públicos como ferramenta financeira faz sentido, desde que haja regulação, participação pública e metas sociais claras. Fica o lembrete: olho nos editais e nas contrapartidas pra cidade e trabalhadores.

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