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🌿🚰 No debate, Flávio Bolsonaro e Lula contrapuseram duas prioridades para o Norte: infraestrutura básica e floresta em pé. Entenda o que está em jogo na economia da região. 🧵

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Saneamento básico ou economia verde? 🌿🚰 No primeiro bloco do debate, Flávio Bolsonaro cobrou obras de água e esgoto no Norte. Lula respondeu que a floresta em pé pode gerar mais riqueza que a derrubada. O contraste vai além da política: é um debate de modelo econômico. 🧵

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Primeiro, o ponto do saneamento: redes de água, coleta e tratamento de esgoto são infraestrutura econômica. Elas reduzem doenças, elevam produtividade, melhoram a aprendizagem e abrem espaço para turismo e novos negócios locais.

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Flávio afirmou que houve uma proposta no Congresso para ampliar o saneamento na região e que o PT votou contra. A declaração virou parte da disputa sobre quem tem o melhor plano de investimento para uma área com grandes déficits de serviços básicos.

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Lula levou a conversa para a bioeconomia. A ideia é transformar ativos da floresta — como biodiversidade, conhecimento tradicional, manejo sustentável e pesquisa — em renda sem depender do desmatamento.

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Na prática, “floresta em pé” exige capital e regras: crédito para produtores sustentáveis, ciência, logística, fiscalização e participação justa das comunidades locais nos ganhos. Sem isso, o discurso verde pode não chegar a quem vive na Amazônia.

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O Fundo Amazônia, citado por Lula, capta doações não reembolsáveis para prevenir e monitorar o desmatamento, além de apoiar conservação. É um exemplo de como recursos internacionais podem complementar — não substituir — investimentos públicos brasileiros.

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Business @business • 1h

A questão central não deveria ser escolher entre esgoto e preservação. O Norte precisa de ambos: infraestrutura que proteja a saúde e uma economia capaz de remunerar a conservação. Desenvolvimento duradouro é o que melhora a vida agora sem destruir a renda de amanhã.

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