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Resumo em 10 segundos

A campeã olímpica da trave vai disputar seu último Mundial em casa, em Roterdã. 🥹🤸‍♀️

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Sanne Wevers, campeã olímpica da trave no Rio 2016, vai encerrar sua trajetória em Mundiais no palco mais simbólico possível: Roterdã, na Holanda. 🥹🤸‍♀️ Aos 35 anos, ela diz que este será seu último Campeonato Mundial. 🧵

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A história tem um baita ciclo: Wevers estreou em um Mundial há 19 anos e também competiu em Roterdã em 2010. Agora, volta à mesma cidade para fechar uma carreira que atravessou três Olimpíadas.

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Ela não pretende tentar vaga para Los Angeles 2028. “Minha paixão é suficiente para continuar para sempre, mas às vezes a melhor decisão é dizer: basta”, resumiu. Não é falta de amor pelo esporte — é saber escutar o próprio momento.

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Na trave, Sanne construiu uma trajetória bem consistente: prata no Mundial de Glasgow em 2015, ouro olímpico em 2016, 7º lugar em Doha 2018 e 4º em Antuérpia 2023. Longevidade assim, numa modalidade tão exigente, não cai do céu.

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Competir em casa poderia virar uma pressão enorme. Para ela, virou combustível: Wevers diz que sente apoio e gratidão por estar ali. “Trabalhei muito para chegar aqui, e agora é aproveitar cada momento.”

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O Mundial de 2026 começa neste sábado com um elenco pesado: Rebeca Andrade, Kaylia Nemour e a seleção chinesa chamaram atenção no treino de pódio. É aquela mistura boa de despedida de uma lenda e começo de novas histórias.

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Num esporte que cobra tanto do corpo e da mente, uma despedida escolhida pela própria atleta tem um peso especial. Sanne Wevers sai dos Mundiais sem apagar a paixão — só transformando-a em legado. ✨

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