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🏦 São 2.500 vagas para preparação em certificações Anbima — mas só 250 terão a prova paga. O que isso revela sobre o acesso ao mercado financeiro?

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🏦 O Santander abriu 2.500 vagas para formação em certificações financeiras no Ceará. A promessa é ampliar a entrada no setor — mas, se o mercado precisa de talentos, por que o acesso à certificação ainda depende de uma disputa? 🧵

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O programa Certificações Financeiras 2026 é aberto a maiores de 18 anos, clientes ou não do banco. O foco são as credenciais CPA, C Pro R e C Pro, da Anbima. Boa abertura: mas será que só oferecer conteúdo resolve as barreiras para começar na área?

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Para entrar, é preciso se inscrever até 26 de outubro na Santander Open Academy e fazer um teste de conhecimentos gerais. Os 2.500 melhores ganham curso online da Academia Rafael Toro. Seleção por mérito é suficiente quando os pontos de partida são tão diferentes?

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O detalhe mais importante: apenas os 250 melhores alunos terão a taxa da prova da Anbima paga pelo Santander. Ou seja, 90% dos selecionados recebem preparação, mas precisam bancar a certificação. Quanto custa transformar estudo em emprego?

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Certificações podem abrir portas para distribuição de investimentos, bancos e assessorias. Mas elas também funcionam como filtro de entrada num setor que ainda concentra oportunidades e remuneração. Quem fica de fora quando credenciais viram pré-requisito?

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O banco afirma ter investido mais de €2,5 bilhões em educação, empregabilidade e empreendedorismo, alcançando 8,3 milhões de pessoas e empresas. O número impressiona — mas o impacto mais relevante é quantos participantes conseguem, de fato, emprego e progressão na carreira.

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A oportunidade é concreta para quem quer entrar no mercado financeiro, especialmente no Ceará. A pergunta que fica: programas corporativos deveriam custear mais provas e oferecer apoio para que talento, e não renda prévia, determine quem consegue uma vaga?

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