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Resumo em 10 segundos

💉 O Dia D levou 3.930 doses a sete pontos de Santos. A ação facilita o acesso — mas será que um único mutirão resolve as barreiras da vacinação?

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Santos aplicou 3.930 doses no Dia D de Multivacinação, em sete pontos da cidade. 💉🧵 Mas fica a pergunta: por que tantas pessoas ainda dependem de um sábado especial para conseguir atualizar a carteira?

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A campanha priorizou crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas também atendeu outras idades com doses pendentes. Não é só “lembrar de vacinar”: horários, trabalho, transporte e informação podem decidir quem consegue se proteger.

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Entre as vacinas oferecidas estavam pólio, tríplice viral contra sarampo, febre amarela, HPV, influenza, dengue e covid-19. Quantas doenças antes comuns parecem distantes justamente porque a vacinação coletiva funcionou?

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O posto volante na Praça das Bandeiras e seis policlínicas abertas ampliaram as portas de entrada. A questão é: essas portas estão acessíveis também para quem trabalha o dia inteiro, cuida de familiares ou mora longe das unidades?

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Vacina em dia não protege apenas quem recebe a dose. Ela reduz a circulação de vírus e bactérias, ajudando quem tem maior risco de adoecer. Se a proteção é coletiva, o acesso não deveria ser simples e contínuo?

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Quem perdeu o mutirão pode procurar a policlínica mais próxima, de segunda a sexta, das 9h às 16h, para verificar as doses indicadas pelo calendário. Vale conferir a carteira — inclusive a dos adultos da família.

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Quase 4 mil doses em um dia mostram a força de uma mobilização pública. Mas a melhor notícia será quando manter a vacinação em dia não depender de corrida contra o relógio: prevenção precisa caber na vida real.

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E aí, o que você achou?