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Resumo em 10 segundos

Veículos elétricos, autônomos, bikes e patinetes: uma atividade da Semana do Trânsito explicou, na prática, por que mobilidade urbana é um sistema conectado. 🧵

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São Carlos levou um jogo criado na USP para a Semana Nacional do Trânsito e colocou uma pergunta no centro do debate: o que muda quando carros elétricos, veículos autônomos, bikes e patinetes entram na cidade? 🚗⚡🧵

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A atividade reuniu a Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, professores, doutoranda e alunos da USP São Carlos. A ideia foi traduzir pesquisas de Engenharia de Transportes para quem toma decisões e atua no trânsito diariamente.

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O jogo foi desenvolvido a partir da pesquisa de mestrado de Camila Andrade Gortaire. Em vez de tratar cada meio de transporte isoladamente, ele mostra a mobilidade como um sistema: uma mudança em um ponto pode afetar muitos outros.

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Exemplo simples: mais veículos elétricos podem reduzir emissões locais e ruído. Mas, se substituírem viagens que poderiam ser feitas a pé, de bicicleta ou por transporte coletivo, o congestionamento continua sendo um problema.

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Com veículos autônomos, a discussão também vai além da tecnologia. Eles podem alterar segurança, tempo de viagem e uso das ruas — mas precisam de regras claras, infraestrutura adequada e avaliação dos impactos para todos os usuários.

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A micromobilidade compartilhada, com bicicletas e patinetes, entra como alternativa para trajetos curtos. Para funcionar de verdade, porém, precisa de calçadas acessíveis, ciclovias conectadas, fiscalização e integração com ônibus.

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A principal lição é didática: não existe solução mágica para o trânsito. Mobilidade melhor nasce quando dados, educação, planejamento urbano e tecnologias trabalham juntos — priorizando deslocamentos mais seguros, limpos e acessíveis.

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