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🌿 Uma rede de 27 UBSs e equipes de atenção domiciliar está ajudando pacientes e famílias a terem mais conforto, autonomia e apoio desde o diagnóstico.

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São Paulo está fortalecendo os cuidados paliativos nas UBSs — com mais apoio em casa, escuta e qualidade de vida para pacientes e famílias. 🌿🧵

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A estratégia reúne 27 Observatórios de Cuidados Paliativos em Unidades Básicas de Saúde e 27 equipes multiprofissionais de atenção domiciliar (Emads), do programa Melhor em Casa.

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O ponto central é poderoso: cuidados paliativos não significam “fim de linha”. Eles podem começar desde o diagnóstico, junto ao tratamento, para aliviar sofrimento e preservar autonomia.

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As equipes avaliam cada caso de forma integral, definem planos de cuidado e incluem pacientes, familiares e cuidadores nas decisões. Sintomas físicos importam — mas necessidades emocionais, sociais e espirituais também.

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Isso ajuda a superar o modelo centrado apenas no hospital. Com UBS, atenção domiciliar e diferentes profissionais trabalhando juntos, o cuidado chega mais perto da rotina e da realidade de cada família.

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A Diretriz Técnica de Cuidados Paliativos, publicada pela SMS em 2024, dá base a essa organização. Quando a Atenção Básica acolhe cedo, dignidade e conforto deixam de ser exceção e viram parte do cuidado em saúde.

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