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Resumo em 10 segundos

🚆🛣️ A maior carteira de infraestrutura do país está em São Paulo. Entenda onde estão os projetos e o tamanho da distância para os outros estados.

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São Paulo concentra R$ 493,7 bilhões em investimentos previstos para transporte e logística — 23,2% de toda a carteira nacional mapeada pela CNT. 🚆🛣️ O estado lidera com ampla vantagem o ranking de projetos no país. 🧵

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A distância para o segundo lugar é expressiva: Minas Gerais soma R$ 289,3 bilhões, uma carteira 70,7% menor. Na sequência vêm Paraná (R$ 146,4 bi), Pará (R$ 137,3 bi) e Rio Grande do Sul (R$ 125,8 bi).

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Os dados são da edição 2026 do Plano CNT de Transporte e Logística. O levantamento inclui rodovias, ferrovias, metrôs, trens urbanos, portos, aeroportos, hidrovias e terminais — obras e intervenções previstas em vários modais.

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Em São Paulo, são 87 projetos de integração nacional e 41 urbanos. A concentração acompanha o peso do estado como polo industrial, mercado consumidor e principal centro de distribuição de cargas do Brasil.

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Nas estradas, o programa São Paulo pra Toda Obra registrou R$ 144,6 bilhões em investimentos públicos e privados no primeiro ano. A carteira abrange pavimentação, recuperação, duplicações, novos trechos e melhorias viárias.

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Um dos destaques é o Rodoanel Norte: retomado em 2024 após seis anos parado, tem custo estimado de R$ 3,4 bilhões. O primeiro trecho foi entregue em dezembro de 2025; o segundo tem conclusão prevista para 2026.

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As concessões também ganham peso. Rota Sorocabana e Nova Raposo, em operação desde 2025, superaram R$ 600 milhões investidos nos primeiros 12 meses. Juntas, preveem mais de R$ 16 bilhões durante os contratos.

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O desafio é transformar carteira prevista em entrega efetiva: integrar rodovias à expansão metroferroviária pode reduzir custos logísticos e ampliar alternativas de deslocamento para quem depende diariamente do transporte coletivo.

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