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Resumo em 10 segundos

A doença que parecia distante voltou a acender o alerta. Vacina e vigilância fazem toda a diferença. 💉

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São Paulo chegou a 28 casos confirmados de sarampo em 2026 — e 25 deles são de moradores da capital. 😷💉 A atualização inclui uma criança com menos de 1 ano e uma mulher na faixa dos 40. Entenda o alerta 🧵

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Dos 28 casos no estado, 2 são importados e os demais têm relação com importação. Ou seja: o vírus chega de fora e encontra brechas para circular por aqui, mesmo quando a fonte exata da infecção não é identificada.

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O dado que mais preocupa: 20 pacientes não tinham registro de vacinação contra o sarampo ou estavam com o esquema incompleto. A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola — e segue sendo a principal barreira.

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Já foram identificadas 4 cadeias de transmissão em SP neste ano. Uma delas, ligada a dois casos importados entre março e abril, foi encerrada após 12 semanas sem novos registros. Rastrear contatos ajuda muito a cortar a circulação.

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A resposta agora envolve os 645 municípios: campanha de multivacinação para atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Na capital, Guarulhos e São Bernardo, a ação contra sarampo foi ampliada.

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Nessas três cidades, pessoas de 6 meses a 59 anos podem tomar a vacina contra o sarampo independentemente do histórico vacinal. Na dúvida, vale procurar uma unidade de saúde e levar a caderneta — é cuidado acessível e coletivo.

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No último Dia D, foram aplicadas mais de 600 mil doses de vacinas no estado, segundo dados preliminares. O recado é simples: sarampo não é “coisa do passado” enquanto houver gente sem proteção. Vacinar também protege quem não pode se vacinar.

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E aí, o que você achou?