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Resumo em 10 segundos

Dois novos casos em crianças menores de 2 anos elevam o alerta em São Paulo. A maioria dos infectados não estava com a vacinação em dia. 💉

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São Paulo confirmou mais 2 casos de sarampo em crianças menores de 2 anos — e o total estadual chegou a 30 neste ano. 💉🧵 O dado mais preocupante: 22 infectados não estavam vacinados ou tinham esquema incompleto.

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Sarampo não é uma “doença leve da infância”. É altamente contagioso e pode causar pneumonia, desidratação, encefalite e até morte, especialmente em bebês e pessoas com imunidade comprometida.

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O padrão dos casos é um alerta conhecido pela saúde pública: quando a cobertura vacinal cai ou fica desigual, o vírus encontra brechas. Não basta ter vacina disponível; é preciso garantir que ela chegue a todas as famílias.

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Em agosto, SP aplicou cerca de 2,5 milhões de doses contra sarampo. Guarulhos e São Bernardo do Campo receberam campanhas ampliadas por concentrarem mais notificações. Volume importa — mas cobertura completa e acompanhamento também.

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Para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias, há a “dose zero” em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo, em situações definidas pela vigilância. Atenção: ela é uma proteção adicional e NÃO substitui as doses do calendário.

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Mesmo com dose antes de 1 ano, a criança deve receber a 1ª dose da tríplice viral aos 12 meses e a 2ª aos 15 meses. Esse detalhe evita uma falsa sensação de segurança e é decisivo para a proteção duradoura.

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A recomendação é simples, mas exige acesso fácil: procure a unidade de saúde mais próxima, confira a caderneta e atualize as doses. Vacinação protege quem recebe e reduz o risco para bebês que ainda não podem completar o esquema.

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Os 30 casos mostram que o sarampo não ficou no passado: ele retorna onde a proteção coletiva falha. Informação confiável, vacinação acessível e vigilância ativa seguem sendo a melhor resposta a um vírus que se espalha rápido.

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