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Resumo em 10 segundos

O vírus não está circulando no país, mas surtos nas Américas elevam o risco. Entenda por que a vacina pelo SUS é a principal barreira. 💉

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O Brasil segue sem transmissão interna de sarampo, mas o Ministério da Saúde reforçou o alerta. Surtos nos EUA e em países da América Latina aumentam o risco de o vírus ser reintroduzido. 💉🧵

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Por que isso importa? O sarampo é extremamente contagioso: uma pessoa infectada pode transmitir o vírus antes mesmo de perceber os sintomas. Quando há bolsões de pessoas sem vacina, a doença encontra caminho para se espalhar.

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Nos EUA, há o maior número de casos em mais de 35 anos, segundo o CDC. Mais de 90% das infecções ocorrem entre pessoas não vacinadas. A circulação também preocupa em Peru, Guatemala, México e Canadá.

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No Brasil, foram registrados 52 casos até a semana passada — todos importados, ou seja, ligados a infecções adquiridas fora do país. São Paulo concentra 41 casos; Rio de Janeiro e Amazonas também registraram ocorrências.

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O país já viveu esse alerta: em 2019, teve mais de 20 mil casos, perdeu o certificado de eliminação do sarampo e precisou reconstruir a cobertura vacinal. A boa notícia: desde 2023, o número de crianças não vacinadas caiu 86%.

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A prevenção é simples e gratuita: a vacina tríplice viral, disponível no SUS. Para bebês de 6 a 11 meses em áreas de maior risco, pode ser aplicada a “dose zero”. Ela protege cedo, mas não substitui as doses de rotina após 12 meses.

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Vacinação não é só uma decisão individual: altas coberturas protegem bebês, pessoas imunossuprimidas e quem não pode se vacinar. Com vigilância, busca ativa e acesso fácil ao SUS, o Brasil pode manter o sarampo fora de circulação.

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