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Resumo em 10 segundos

A cobertura da 1ª dose avançou para 93,24%, mas o vírus continua sob vigilância em São Paulo. Será que isso basta? 💉🧵

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SP elevou a cobertura da 1ª dose contra o sarampo para 93,24% — mas já registrou 41 casos em 2026. Se existe vacina segura e gratuita, por que o vírus ainda encontra caminho? 💉🧵

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A Secretaria de Estado da Saúde monitora as “cadeias de transmissão”: em outras palavras, investiga quem pode ter transmitido o vírus para quem. Parece detalhe técnico, mas é isso que revela se o surto está perdendo força — ou apenas ficando invisível.

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A cobertura subiu de 86,56% em abril para 93,24% em julho. É uma melhora relevante. Mas cobertura média estadual esconde uma pergunta decisiva: todos os bairros, municípios e grupos têm a mesma proteção?

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Para declarar uma cadeia encerrada, são necessárias 12 semanas sem novos casos ligados ao último paciente confirmado. Por que tanto tempo? Porque o sarampo é extremamente contagioso e uma transmissão não detectada pode reacender o problema.

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Desde junho, cadeias em Guarulhos e São Bernardo do Campo seguem sob observação. Na capital, foram 37 dos 41 casos confirmados no estado. A resposta envolve busca ativa, rastreamento de contatos e exames do Instituto Adolfo Lutz.

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Nenhum paciente morreu, uma boa notícia. Mas será que devemos esperar internações e mortes para levar a vacinação a sério? A primeira cadeia de 2026 já foi encerrada; as de junho, julho e agosto ainda exigem vigilância. Prevenção funciona — quando chega a todos.

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