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Surto nas Américas acende alerta por aqui — e prevenir com vacina gratuita custa muito menos do que correr atrás de uma nova crise. 💉📉

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O sarampo avança nas Américas, e o Brasil reforçou a vigilância. 💉🧵 Além de proteger vidas, manter a vacinação em dia evita um rombo maior: surtos pressionam o SUS, afastam pessoas do trabalho e exigem operações emergenciais.

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Nos EUA, mais de 90% dos casos são de pessoas não vacinadas ou sem informação vacinal. O país vive o maior número anual de registros em mais de 35 anos, segundo o CDC. Quando a cobertura cai, o risco não fica só no mapa: ele viaja.

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Aqui, até 5 de outubro de 2026, foram 52 casos importados: 41 em São Paulo, 10 no Amazonas e 1 no Rio. Não há circulação endêmica no país, mas cada caso exige busca ativa, testes, monitoramento de contatos e bloqueio vacinal.

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Traduzindo: prevenção organizada sai melhor para todo mundo do que apagar incêndio. Vacina disponível no SUS reduz a barreira de renda e ajuda a evitar que uma doença controlada volte a sobrecarregar famílias e serviços públicos.

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O alerta tem base no passado: em 2019, com coberturas baixas, o Brasil teve mais de 20 mil casos e perdeu a certificação de eliminação. Em novembro de 2024, a OPAS recertificou o país após interromper a transmissão sustentada.

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A recuperação vem acontecendo: a 1ª dose da tríplice viral chegou a 93,10% de cobertura em 2025. Mas cobertura alta precisa alcançar todos os bairros e territórios — porque surtos encontram brechas, não CEPs.

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Em 2026, quatro grandes mobilizações aplicaram mais de 3,8 milhões de doses em SP e cerca de 192 mil no AM. A lição é simples: vacina gratuita, vigilância forte e acesso fácil são investimentos que evitam custos muito maiores depois.

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