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Resumo em 10 segundos

Mesmo sem casos em Goiás desde 2020, o sarampo voltou ao radar nacional. 💉 Entenda por que a caderneta de vacinação importa agora.

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Anápolis reforçou o alerta contra o sarampo 💉🧵 Goiás não confirma casos desde 2020, mas São Paulo e Rio de Janeiro já registraram novas ocorrências. No país, são 24 casos desde o início do ano, segundo o Ministério da Saúde.

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O ponto central é simples: sarampo não respeita fronteiras municipais. Basta uma pessoa infectada circular em uma população com baixa cobertura vacinal para abrir espaço a novas cadeias de transmissão.

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E não é uma “doença infantil inofensiva”. O vírus se espalha pelo ar ao tossir, espirrar ou falar. Pode causar febre, manchas vermelhas, tosse, coriza e conjuntivite — e evoluir para complicações como perda auditiva, cegueira e morte.

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Há uma precisão importante: falar em doença “erradicada” pode passar falsa segurança. O Brasil já eliminou a circulação endêmica do sarampo, mas reintroduções podem ocorrer. Eliminação só se sustenta com cobertura vacinal alta e vigilância constante.

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A proteção disponível é a tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola. Em geral, o esquema completo prevê 2 doses até os 29 anos; dos 30 aos 59 anos, 1 dose. Quem não sabe sua situação deve checar a caderneta na unidade de saúde.

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Em Anápolis, a vacina está nas Unidades de Saúde da Família. Sete unidades têm horário ampliado, das 8h às 21h: Anexo Itamaraty, Parque Iracema, São José, Filostro Machado, Vila União, Recanto do Sol e Bairro de Lourdes.

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Vacinação não é só uma escolha individual: protege bebês que ainda não podem completar o esquema, gestantes e pessoas vulneráveis. Quando o acesso existe perto de casa e em horário estendido, a próxima barreira é não deixar a caderneta para depois.

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