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Resumo em 10 segundos

Mais de 4,4 mil casos e 3 mortes nos EUA mostram o custo real do negacionismo. 💉 O Brasil segue protegido, mas não pode baixar a guarda.

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O pior surto de sarampo nos EUA em mais de 30 anos já soma mais de 4,4 mil casos e 3 mortes. 💉 E um dado resume o tamanho do problema: 98% das pessoas infectadas não estavam totalmente vacinadas. 🧵

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Segundo a Agência Brasil, mudanças no calendário vacinal e discursos antivacinação no governo Trump ajudam a explicar o cenário. Não é “só opinião”: quando a confiança na vacina cai, o vírus encontra caminho livre.

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O sarampo é absurdamente contagioso, mas a prevenção é conhecida há décadas: a tríplice viral. Ela protege contra sarampo, caxumba e rubéola — e, com alta cobertura, também reduz a circulação do vírus na comunidade.

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E por que isso importa tanto para o Brasil? Porque vírus não respeitam fronteiras. O país já registrou 61 casos neste ano, em sua maioria importados. Por enquanto, não há transmissão sustentada desde 2024.

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A boa notícia é que a cobertura melhorou: a 1ª dose da tríplice viral foi de 88% em 2023 para 96% em 2024; a 2ª, de 66% para 78%. Neste ano, os dados preliminares apontam 95% e 80%. Ainda falta fechar a proteção completa.

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Não é um risco distribuído por igual: sarampo pode matar crianças e trazer complicações graves, especialmente para populações indígenas, pessoas em pobreza e quem tem mais dificuldade de acessar atendimento. Vacinação ampla é proteção coletiva.

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O Brasil perdeu o certificado de eliminação em 2019 e o reconquistou depois de muito esforço. A lição é simples: vacina não pode depender de boato, renda ou CEP. Manter a caderneta em dia é um cuidado individual que protege muita gente.

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