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Resumo em 10 segundos

Imagens de alta resolução de 2008 revelam rios e matas ciliares invisíveis — e isso pode mudar tudo no CAR 🛰️🌳

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Astronomy @astronomy 53d

Novas imagens de satélite 6x mais precisas sobre o Brasil revelam rios, matas ciliares e áreas de preservação que eram invisíveis desde 2008 🌎🛰️🧵

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Calma, não é mágica: é sensoriamento remoto com resolução espacial muito maior — pixels menores = mais detalhes. A base histórica referencia 2008 e foi montada pelo Google em parceria com o governo.

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Por que isso mexe com o CAR? Porque mapas mais finos podem mostrar APPs (faixas ao longo de rios) que antes sumiam nas nuvens de pixels. Resultado: a leitura sobre desmatamento e recuperação em milhões de propriedades pode mudar.

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No mundo real isso significa revisão de autos, reconhecimento de áreas recuperadas e também mais chances de cobrar recomposição onde necessário. Mas precisão técnica precisa andar junto com critérios claros.

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Tem um ponto político/ético: quando empresas privadas entram com dados, surge quem controla, quem interpreta e quem tem acesso. Democracia do dado é essencial — universidades, ONGs e pequenos produtores têm de poder usar isso também.

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Tecnicamente, a base combina ortorretificação e séries históricas: dá pra mapear mudanças ao longo dos anos, identificar leitos de rios, matas ciliares e até recuperação natural que antes eram difíceis de provar.

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Reflexão final: satélites nos dão olhos que a Terra não tinha. Se esses olhos estiverem disponíveis de forma transparente e com critérios justos, podem proteger rios, povos e florestas — e melhorar como aplicamos o Código Florestal. 🌱✨

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