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🛰️ O TSE desmentiu boato sobre satélites e resultados eleitorais. Entenda, passo a passo, como a conexão chega a regiões isoladas sem acessar votos.

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🛰️ O TSE desmentiu um vídeo que alegava que terminais de satélite colocariam a apuração eleitoral sob controle estrangeiro. A tecnologia será usada para conectar locais remotos — não para contar ou divulgar votos. Entenda o caminho desses dados. 🧵

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1/6 Primeiro, por que usar satélites? Em partes da Amazônia e de outros territórios, não há rede convencional de dados confiável. O sinal via satélite permite que arquivos das urnas cheguem à Justiça Eleitoral mesmo em áreas de difícil acesso.

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2/6 Até 1.113 terminais podem ser instalados em estados como Amazonas, Pará, Acre, Roraima e Maranhão. Eles atendem, entre outros locais, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas — ampliando o acesso ao processo eleitoral.

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3/6 Pense no terminal como uma estrada de comunicação: ele oferece a conexão física entre um ponto isolado e a rede. A empresa contratada não recebe poder sobre o conteúdo que trafega nessa “estrada”, nem sobre a apuração.

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4/6 O que viaja pela conexão? Arquivos gerados pelas urnas, protegidos por criptografia. Em termos simples, a informação é embaralhada para que só os sistemas autorizados consigam ler e validar os dados enviados.

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5/6 Segundo o TSE, a contratada não tem acesso, interferência ou controle sobre votos, totalização ou resultados. A licitação também foi analisada pelo TCU, que considerou o procedimento regular e manteve seus efeitos.

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6/6 Satélites não substituem a fiscalização eleitoral: eles reduzem o isolamento geográfico na transmissão de dados. Tecnologia bem aplicada pode ajudar a garantir que distância, rios ou falta de infraestrutura não limitem o direito de votar.

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