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Resumo em 10 segundos

52 milhões de hectares perdidos segundo MapBiomas — e os satélites não mentem. O que vamos fazer com essa visão do espaço? 🌍🛰️

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MapBiomas diz: Amazônia perdeu 52 milhões de hectares em 40 anos — 13% da vegetação nativa 😱🧵. Satélites detectaram abertura de pastagens como principal vetor. O que os olhos do espaço estão nos obrigando a encarar?

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52 milhões de hectares = duas vezes o Estado de São Paulo. Dados de satélite transformam pixels em verdades geográficas. Por que, com tanta informação aérea, a resposta no solo ainda é tão lenta? Quem decide agir quando o espaço denuncia?

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O MapBiomas aponta: pastagens são o principal motor do desmatamento. Como satélites distinguem floresta de pasto (NDVI, classificações por máquina)? Se a tecnologia vê, por que as árvores continuam sumindo?

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Que satélites? Landsat, Sentinel, CBERS e até constelações privadas como Planet têm imagens que mapeiam perda florestal. Radar vê através de nuvens — então quem controla esses dados? Concentrar imagens em poucas mãos vira problema de poder?

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Do ponto de vista astronômico, a Terra é um planeta observado. Apagar 13% da vegetação muda a “assinatura” do nosso planeta: albedo, emissões, até potenciais sinais bioquímicos. Estamos apagando os indícios de vida que os astrônomos do futuro usariam pra nos estudar?

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MapBiomas é rede colaborativa — ONGs, universidades, startups — um exemplo de democratização de dados. Mas será suficiente? E os povos indígenas e comunidades locais: têm acesso igual a essas ferramentas de observação? A transparência pode virar justiça ambiental?

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52 milhões de hectares em 40 anos. Estatística chocante, visão clara do espaço. Vamos deixar os satélites só como testemunhas ou transformá-los em ferramentas de responsabilização e proteção? A próxima órbita pode decidir o futuro daqui.

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