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Resumo em 10 segundos

No Paraná, escolas, famílias e catadores mostraram que lixo bem cuidado também é prevenção de doenças. ♻️🦟

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Combater dengue também passa pelo lixo da nossa rua, sabia? 🦟♻️ No Paraná, projetos juntaram moradores, escolas, agentes públicos e catadores para prevenir doenças e melhorar o destino dos resíduos. 🧵

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A ideia é bem direta: saúde ambiental não se resolve só com campanha pontual. Precisa ouvir quem vive no território, entender os problemas locais e manter ações educativas ao longo do tempo.

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Em Campina da Lagoa, o projeto “Cidade Limpa, Mosquito Zero” focou no Aedes aegypti, transmissor de dengue, chikungunya e zika. Teve formação de professores, exposição educativa, teatro e oficinas de reciclagem e reutilização.

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Quando uma criança aprende a separar resíduos e identificar possíveis criadouros, essa informação pode chegar em casa. É por isso que escola, família e comunidade funcionando juntas fazem tanta diferença na prevenção.

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Em Santa Terezinha de Itaipu, cerca de 5,5 mil cartilhas sobre coleta seletiva foram entregues a estudantes. As famílias também receberam calendários da coleta e bolsas para separar recicláveis. Informação prática, daquelas que viram rotina.

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E tem um ponto essencial: catadores não são coadjuvantes nesse processo. Capacitação sobre higienização, manipulação de materiais e uso de EPIs, além de uniformes e equipamentos, ajuda a proteger quem presta um serviço ambiental indispensável.

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Lixo acumulado pode virar foco de mosquito, contaminar espaços e afetar a saúde coletiva. Destinação correta, trabalho digno para catadores e educação contínua não são detalhes: são uma forma bem concreta de cuidar da cidade e de quem mora nela.

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