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Resumo em 10 segundos

A UFSM levou o Conecta Saúde Mental ao debate sobre desinformação. O ponto central: informação confiável também é cuidado. 🧠

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A UFSM Conecta Saúde Mental participou do Seminário de Desinformação e Saúde Mental — e o recado é maior que um evento: boatos sobre sofrimento psíquico podem atrasar acolhimento e cuidado. 🧠🧵

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Na roda de conversa, Amanda Schreiner Pereira e Priscila Marques Júlio da Rosa compartilharam a experiência do projeto, com mediação da estudante de Medicina Laura Tedesco. A composição importa: estudantes, técnicos e profissionais enxergam lacunas diferentes da mesma crise.

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Desinformação em saúde mental não é só “fake news” explícita. Ela também aparece em frases como “é falta de força de vontade”, “terapia é para poucos” ou “todo remédio vicia”. Simplificações assim reforçam estigma e podem afastar pessoas de apoio qualificado.

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O Conecta articula áreas de atenção estudantil e promoção da saúde do trabalhador. É um modelo relevante porque a universidade não é feita apenas de alunos: servidores, docentes e terceirizados também vivem pressões, adoecimentos e barreiras de acesso ao cuidado.

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Mas articulação não pode virar sinônimo de improviso. Projetos de prevenção precisam de equipes suficientes, fluxos claros de encaminhamento, comunicação acessível e continuidade. Saúde mental não se sustenta só com campanhas pontuais ou boa vontade individual.

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A pergunta que fica é simples e incômoda: quando alguém busca informação sobre ansiedade, depressão ou crise, encontra conteúdo confiável e uma porta de entrada para cuidado? Enfrentar a desinformação começa antes do boato — com acolhimento público, acessível e permanente.

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E aí, o que você achou?

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