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Resumo em 10 segundos

A NR-1 passa a olhar para metas abusivas, assédio e sobrecarga — e a Geração Z está cobrando coerência. 🧠💼

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Saúde mental no trabalho não pode mais ser só palestra de setembro. 🧠💼 A NR-1 inclui riscos psicossociais na gestão ocupacional, e a Geração Z está deixando claro: ambiente tóxico também pesa na decisão de ficar ou sair. 🧵

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Na prática, empresas regidas pela CLT precisam identificar, avaliar e reduzir fatores como metas abusivas, jornadas exaustivas, assédio e sobrecarga. O que antes podia virar “questão de clima” agora entra na gestão de riscos — e pode ser fiscalizado.

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E os jovens estão percebendo a distância entre fala e realidade. Pesquisa da Serasa Experian aponta que 6 em cada 10 pessoas de 18 a 28 anos veem práticas das empresas como incompatíveis com o discurso sobre saúde mental.

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O dado mais delicado: só 28% desse grupo se sentem à vontade para falar de saúde mental no trabalho. Não adianta oferecer benefício no app se a pessoa teme ser vista como “menos comprometida” ao pedir ajuda.

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A conta já chegou: o Ministério da Previdência registrou mais de 500 mil afastamentos por transtornos mentais e comportamentais em 2025 — alta de quase 16% sobre 2024 e o maior número da série histórica.

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Prevenir não é vigiar humor nem terceirizar o problema para o trabalhador. É rever carga, autonomia, metas, liderança, canais seguros contra assédio e acesso real a cuidado. Saúde ocupacional precisa caber na rotina de todo mundo, não só no PowerPoint.

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A mudança de verdade começa quando bem-estar deixa de ser promessa de recrutamento e vira critério de gestão. Trabalho não deveria custar a saúde de ninguém — e medir esse risco é um passo bem concreto nessa direção.

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