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Resumo em 10 segundos

Sarampo, clima, dengue e novas emergências: o Brasil defendeu na OPAS que nenhum país enfrenta essa conta sozinho. 🌎🩺

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Sarampo voltando, dengue, doenças crônicas e clima afetando a saúde: o Brasil defendeu na OPAS que as Américas precisam agir juntas — porque vírus e eventos extremos não respeitam fronteiras. 🌎🩺🧵

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Em reunião com ministros da Saúde das Américas, Alexandre Padilha reforçou uma ideia bem direta: resposta a crises sanitárias exige ciência, cooperação entre países e instituições multilaterais fortes.

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Entre os alertas estão doenças que pareciam controladas, como o sarampo. Quando a cobertura vacinal cai em qualquer lugar, o risco volta a circular. Vacinação não é assunto isolado: é proteção coletiva.

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O ministro também citou os efeitos das mudanças climáticas: calor extremo, enchentes, piora da qualidade do ar e expansão de vetores, como o mosquito da dengue. Saúde e clima já andam totalmente juntos.

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Do lado brasileiro, foram destacados avanços do SUS, como a incorporação da vacina pneumocócica 20-valente ao PNI e ações relacionadas à vacina contra a dengue. Inovação só faz diferença quando chega a quem precisa.

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Outro ponto lembrado foi a eliminação da transmissão vertical do HIV e das hepatites virais no Brasil. É o tipo de resultado que mostra a força de vigilância, prevenção, tratamento e acesso universal funcionando de verdade.

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A mensagem final é simples, mas enorme: preparar o continente para a próxima emergência não começa quando ela estoura. Começa agora, com SUS forte, vacinas, pesquisa, produção local e cooperação que reduza desigualdades.

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