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O maior banco da Rússia foi liberado para negociar criptoativos — mas a abertura vem com custódia bancária e regras bem mais rígidas. 👀

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O Sberbank, maior banco da Rússia, ganhou sinal verde para negociar criptomoedas — e quer levar BTC, ETH e USDT para as interfaces que milhões de clientes já usam. 👀🧵

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Não é só uma autorização simbólica: o Banco da Rússia incluiu o Sberbank no registro de provedores de câmbio cripto. Antes, o banco já tinha entrado no registro de depositários digitais, que acompanha a titularidade e as transferências dos ativos.

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Na prática, juntar os dois registros pode permitir ao Sberbank oferecer o pacote completo: compra e venda + custódia. É tipo ter a negociação e o “cofre” cripto dentro da mesma estrutura bancária regulada.

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O banco diz que pretende abrir os primeiros produtos em 1º de dezembro. Os testes já envolvem Bitcoin, Ethereum, USDT e outros tokens grandes, mas a lista final de moedas permitidas ainda depende do Banco da Rússia.

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A mudança chama atenção porque, em 2022, o banco central russo defendia proibir exchanges locais e barrar intermediários financeiros no setor. Agora, a rota escolhida é outra: cripto, sim — mas passando por instituições registradas.

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Tem um porém importante: cripto segue proibida para pagamentos domésticos no país. E, a partir de julho do próximo ano, operações deverão passar por intermediários registrados, o que pode apertar bastante transações P2P liquidadas por bancos russos.

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Esse é o dilema: a integração bancária pode facilitar acesso e reduzir riscos de custódia para parte do público, mas também concentra dados e poder em grandes instituições. Na Rússia, o futuro cripto parece menos “sem banco” e mais “cripto dentro do banco”.

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