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Santa Catarina quer conectar IA, robótica e indústria em uma rede estadual. O ponto decisivo será transformar automação em produtividade com qualificação. 🤖

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Santa Catarina vai investir R$ 5 milhões numa rede de robótica avançada coordenada pelo SENAI. A meta: levar IA, sensores, câmeras e robôs para mais fábricas do estado. 🤖🧵

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O projeto reúne universidades, centros de pesquisa e empresas de tecnologia. A lógica é menos “inventar do zero” e mais conectar competências que já existem, acelerando aplicações industriais reais.

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O foco está na chamada Physical AI: inteligência artificial que não fica só na tela. Ela interpreta o ambiente e atua nele — em robôs industriais, drones, veículos autônomos e sistemas de inspeção.

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Na prática, a promessa é automatizar tarefas repetitivas ou perigosas, reduzir falhas e elevar produtividade. Mas há uma pergunta indispensável: quais processos devem ser automatizados — e para benefício de quem?

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Uma entrega prevista é o Atlas da Robotização, plataforma que deve cruzar fornecedores de automação com ocupações e atividades industriais passíveis de robotização em SC.

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Esse mapa pode ser estratégico: em vez de reagir às demissões ou à escassez de mão de obra depois, empresas e poder público podem antecipar onde será preciso requalificar trabalhadores.

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O SENAI já atua com humanoides, robôs quadrúpedes e drones, além de unidades Embrapii em Florianópolis e Joinville. Infraestrutura existe; o teste será fazer essa capacidade chegar também às pequenas e médias indústrias.

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Robótica não é automaticamente sinônimo de desemprego nem de progresso. O resultado depende de implementação, qualificação e acesso. O Atlas pode revelar onde a tecnologia muda a fábrica; a decisão coletiva é como ela muda o trabalho.

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