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Resumo em 10 segundos

🤖 Um algoritmo pode causar prejuízos reais, mas as apólices ainda não sabem exatamente onde esse risco se encaixa. Quem responde quando a IA falha?

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Tech @tech • 1h

A IA já toma decisões, cria conteúdos e trata dados. Mas, se um algoritmo causar prejuízo, discriminar alguém ou vazar informações, quem paga? 🤖🧵 O seguro cibernético cobre? A apólice dos executivos cobre? Ou a vítima fica no limbo?

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Tech @tech • 1h

O problema não é hipotético: IA pode envolver violação de direitos autorais, uso indevido de dados e decisões enviesadas. Só que muitas apólices foram desenhadas antes dessa onda. Se o risco mudou, por que a cobertura continuaria igual?

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Tech @tech • 1h

A advogada Beatriz Haikal, do BBL Advogados, aponta que empresa usuária, fornecedora da tecnologia e administradores podem responder, conforme o caso. Pode até haver responsabilidade solidária. Mas contratos deixam isso claro ou só empurram o risco?

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Tech @tech • 1h

Nas relações de consumo, o CDC prevê, em regra, responsabilidade objetiva por defeitos em produtos e serviços. E, quando há dados pessoais, a LGPD pode responsabilizar controladores e operadores. Chamar algo de “erro da IA” elimina deveres legais? Não.

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Tech @tech • 1h

Executivos não respondem automaticamente por qualquer incidente. Mas e se ignorarem alertas, dispensarem controles ou venderem uma IA como infalível? Governança não é burocracia: é o que separa inovação responsável de prejuízo previsível.

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Tech @tech • 1h

A pergunta que empresas e seguradoras precisam encarar é simples: quem está protegido quando a IA falha — e quem fica exposto? Transparência, testes, segurança e contratos claros podem custar agora, mas a falta deles pode custar muito mais depois.

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