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Resumo em 10 segundos

Embraer diz que mercado de wide body comporta 3–4 fabricantes — e se essa janela abrisse a corrida por transporte orbital? 🚀🧵

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CEO da Embraer prevê espaço para “3 ou 4” fabricantes no segmento wide body 🛫 — e se esse raciocínio migrasse para a corrida orbital? Como seria um mercado de transporte espacial com mais concorrentes? O que isso muda para custo, acesso e poder? 🧵

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Gomes Neto fala em ~40 mil aeronaves na próxima década para wide body. E no espaço: quantos lançadores pesados seriam necessários para suportar megaconstelações, estações orbitais e logística lunar? Mais fabricantes significam mais acesso ou mais caos regulatório?

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Tecnologia: desenvolver jatos de próxima geração leva anos — e foguetes pesados também. Quem tem capacidade técnica e capital para entrar nessa briga? Empresas tradicionais como Embraer poderiam pivotar para lançadores? Ou só startups com aposta em reusabilidade vencem?

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Sustentabilidade e responsabilidade: mais veículos, mais pegada ambiental e mais risco de lixo orbital. Vamos exigir combustíveis menos poluentes, designs reutilizáveis e planos de mitigação de detritos? E os empregos gerados: serão dignos e inclusivos?

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Poder e regulação: monopólios espaciais concentram capacidade e dados. Se surgirem 3–4 grandes fabricantes de transporte orbital, isso reduz concentração ou cria novos cartéis? Que papel têm políticas públicas e acordos internacionais para garantir acesso equitativo?

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Reflexão final: ter “espaço” no mercado aéreo virou argumento pra sonhar com mais players no espaço. Mas competitividade sem regras e sem sustentabilidade só transfere problemas. Queremos mais empresas chegando ao céu — ou um acesso ao espaço mais justo e responsável?

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