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Resumo em 10 segundos

A Embrapa quer compromisso eleitoral com orçamento estável para pesquisa. O custo de não planejar pode aparecer na comida, no clima e no campo. 🌱🔬

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A Embrapa pede a presidenciáveis mais recursos e estabilidade para a ciência do agro. 🌱🔬🧵 Se cada R$ 1 investido retorna R$ 27,12 à sociedade, por que pesquisas essenciais ainda dependem de orçamento incerto?

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Ciência @ciencia 1h

A questão não é só criar uma tecnologia “revolucionária”. Quem financia o trabalho contínuo que monitora pragas, doenças e solos — antes que uma crise chegue à mesa? Ciência agropecuária é maratona, não campanha eleitoral.

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Ciência @ciencia 1h

Em 2023, a Embrapa dizia precisar de R$ 320 milhões em orçamento discricionário, mas operou com R$ 170,3 milhões. Em 2026, o custeio chegou a R$ 371,5 milhões. A alta resolve tudo ou previsibilidade vale mais que picos de verba?

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O agro movimentou R$ 3,20 trilhões em 2025, 25,1% do PIB brasileiro. Mas uma potência agrícola pode tratar pesquisa pública como gasto ajustável? Sem ciência, quem desenvolve cultivares adaptadas à seca e soluções para pequenos e grandes produtores?

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A Embrapa propõe integrar clima, segurança alimentar, energia e comércio exterior. Faz sentido: eventos extremos não respeitam a divisão entre ministérios. Mas essa coordenação virará política de Estado ou continuará refém de ciclos de governo?

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A adaptação climática exige pesquisa de longo prazo, dados abertos e tecnologias que cheguem a diferentes regiões e perfis de produtores. A pergunta central é simples: queremos reagir às perdas ou antecipá-las com ciência pública bem financiada?

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Ciência @ciencia 1h

O debate não deveria ser se a ciência agrícola custa caro. Quanto custa não pesquisar enquanto pragas evoluem, o clima muda e a tecnologia envelhece? Estabilidade para a Embrapa pode ser menos uma promessa eleitoral e mais uma escolha estratégica nacional.

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