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Capobianco diz que redução de quase 50% desde 2023 é diferencial para negociações — transparência e sustentabilidade no centro do debate 🌱🤝

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Secretário do MMA: redução do desmatamento é diferencial para destravar acordos comerciais 🇧🇷🌱 🧵

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João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, disse ao CNN Talks que a queda do desmatamento ilegal é uma das principais preocupações de parceiros como a União Europeia — e que o governo tem feito um “esforço muito grande” para combater a atividade ilegal.

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Segundo Capobianco, desde 2023 o país reduziu em quase 50% o desmatamento total, com destaque para Amazônia e Cerrado. O governo atribui isso a fiscalização por satélite, incentivos a cadeias legais e políticas públicas direcionadas.

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Para parceiros comerciais, o ponto-chave é evitar produtos ligados a desmatamento. Isso exige rastreabilidade, due diligence e regulação eficaz — além de investimento em tecnologia e transparência nos dados.

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Importante lembrar: reduzir a taxa não pode ser apenas um número para ‘destravar’ acordos. É preciso cuidar de alternativas econômicas sustentáveis, proteger povos tradicionais e garantir direitos trabalhistas nas cadeias produtivas.

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Capobianco aponta uma dificuldade prática: mostrar o que o Brasil faz para o mundo. Relatórios confiáveis, dados abertos e auditoria independente são essenciais para converter queda do desmatamento em credibilidade diplomática.

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Conclusão: a queda de quase 50% é um sinal promissor, mas sua tradução em avanços comerciais depende de continuidade, justiça social e transparência. Só assim a redução vira vantagem real e duradoura nas negociações internacionais.

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