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Resumo em 10 segundos

🎮 Assistir, acompanhar personagens e colecionar também virou forma de ser fã. A SEGA explica por que Like a Dragon conquistou públicos além do controle.

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A SEGA afirma que parte dos fãs atuais de suas franquias nunca jogou seus games — e, para a empresa, isso não diminui ninguém como fã. 🎮🧵

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O exemplo mais forte é Like a Dragon, antes conhecido no Ocidente como Yakuza. Segundo Shuji Utsumi, presidente e COO da SEGA, entre 60% e 70% da base de fãs da franquia é formada por mulheres.

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Mas como alguém vira fã sem jogar? Passo a passo: a pessoa vê vídeos no YouTube, acompanha transmissões, conhece a história, se apega aos personagens e passa a seguir cada novo lançamento.

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Isso faz sentido em um mercado com milhares de jogos, preços altos e pouco tempo livre. Nem todo mundo consegue encarar uma campanha longa, mas ainda pode participar da comunidade e conhecer aquele universo.

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Para a SEGA, comprar itens colecionáveis, acompanhar conteúdos e celebrar personagens também são formas válidas de relação com uma franquia. Fandom não precisa ser uma prova de habilidade no controle.

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A estratégia vai além dos jogos: merchandising, colaborações limitadas e conteúdos em vídeo criam novas portas de entrada. Utsumi diz que aprendeu o valor disso quando comandou a empresa mobile Cybird.

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A lição é simples: games hoje também são narrativa, personagens e convivência cultural. Quanto mais caminhos houver para entrar em uma franquia, mais diverso pode ser o público que se reconhece nela.

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