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Resumo em 10 segundos

🗳️ A disputa presidencial entra na reta decisiva, e os votos dos candidatos derrotados viram peça-chave no segundo turno.

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O segundo turno de 2026 entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) já começou a redesenhar alianças. 🗳️ Mas quem os candidatos derrotados no 1º turno decidiram apoiar — ou não apoiar? Entenda o cenário, passo a passo. 🧵

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Por que esses apoios importam? Porque eles ajudam a transferir estrutura partidária, lideranças locais, tempo de mobilização e parte do eleitorado. Mas atenção: voto não é “pacote”. Cada eleitor continua livre para decidir, inclusive diante de propostas para emprego, serviços públicos e custo de vida.

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Ronaldo Caiado (PSD), 5º colocado com 2.605.148 votos (2,18%), declarou apoio a Flávio Bolsonaro. Em evento em Goiás, ao lado de lideranças estaduais, disse que sua posição segue a oposição histórica ao PT.

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Romeu Zema (Novo), 6º colocado, também anunciou voto em Flávio Bolsonaro. Segundo sua assessoria, a posição foi confirmada após publicação nas redes. Zema teve 326.488 votos, ou 0,27% no primeiro turno.

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Já Augusto Cury (Avante), 3º colocado com 3.448.569 votos, ainda não formalizou apoio, segundo a apuração do Valor. Sua equipe informou que ele anunciaria os próximos passos depois de alguns dias; no domingo, ele evitou comentar o segundo turno.

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Renan Santos (Missão), 4º com 2.675.887 votos (2,24%), afirmou que não orientará sua base a votar em nenhum dos lados ou anular. Samara Martins (UP), com 122.911 votos, terá a posição definida após reunião partidária.

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A lição é simples: endossos ganham manchetes, mas não substituem debate público. No dia 25 de outubro, propostas, respeito às instituições e respostas para desigualdade, trabalho e serviços essenciais pesarão na escolha de cada eleitor.

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