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Resumo em 10 segundos

Após quatro dias de recitais, seis jovens talentos de EUA, Japão e China chegam à decisão do IVCI 2026. 🎻🌍

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Seis violinistas sobreviveram a quatro dias de recitais e agora disputam a final do Concurso Internacional de Violino de Indianápolis 2026. 🎻🌍 Entre Mozart, concertos românticos e uma obra inédita, a decisão reúne talentos de três países. 🧵

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A semifinal começou com 16 músicos. Cada um precisou sustentar um recital completo: repertório dos séculos XIX e XX, técnica sob pressão e a peça encomendada para esta edição, “Rhapsody No. 3”, de Jessie Montgomery.

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Ao fim da maratona, restaram Karisa Chiu, 27, Elli Choi, 25, e Yesong Sophie Lee, 22, dos EUA; Lina Nakano, 21, do Japão; e Aozhe Zhang, 18, e Xunyue Zhang, 22, da China.

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A lista conta uma história maior que a competição: jovens intérpretes atravessando fronteiras com um instrumento de séculos de tradição. E, no centro do programa, uma compositora contemporânea amplia quem é ouvido no palco clássico.

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Na quarta e na quinta, cada finalista encara um concerto de Mozart ao lado da East Coast Chamber Orchestra — sem maestro. É o tipo de formação em que escutar o outro importa tanto quanto dominar cada nota.

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Depois vem a fase decisiva: na sexta e no sábado, os seis tocarão um concerto romântico ou pós-romântico com a Orquestra Sinfônica de Indianápolis, sob regência de Leonard Slatkin. A classificação sai após a última apresentação.

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Antes do resultado, haverá ainda um bis de Fritz Kreisler, em orquestração de câmara de Jaakko Kuusisto, laureado do IVCI em 1994. No fim, uma competição também vira ponte: repertórios antigos ganhando novas vozes para o público global.

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