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Resumo em 10 segundos

📈 Com juros altos, renda fixa segue atrativa — mas liquidez, prazo, imposto e risco de oscilação mudam a resposta.

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Selic, CDI ou IPCA+: qual rende mais com juros a 13,75% ao ano? 📈🧵 A resposta não é única: depende de quando você precisará do dinheiro, da liquidez, do imposto e da tolerância a oscilações no caminho.

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Selic é a taxa básica de juros. O CDI, referência de boa parte da renda fixa privada, costuma acompanhar de perto essa taxa. Por isso, aplicações pós-fixadas continuam com retornos elevados enquanto os juros permanecem nesse nível.

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Para reserva de emergência ou dinheiro que pode ser usado a qualquer momento, especialistas apontam o Tesouro Selic e pós-fixados ligados ao CDI como opções mais adequadas. O foco aqui é previsibilidade e facilidade de resgate.

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CDBs podem pagar percentuais do CDI competitivos. LCIs e LCAs também entram na comparação e, para pessoa física, são isentas de IR. Mas liquidez e prazo de carência variam: é essencial ler as condições antes de aplicar.

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Já os títulos IPCA+ combinam inflação com uma taxa fixa. Eles podem preservar o poder de compra e gerar ganho real no longo prazo. Mas há um ponto crucial: se vendidos antes do vencimento, seus preços podem oscilar bastante.

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O contexto: o IPCA de agosto teve deflação de 0,32%, e a inflação acumulada em 12 meses ficou em 4,22%. No Focus citado, a projeção era de IPCA de 4,90% no ano e 4,30% no seguinte — estimativas, não garantias.

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Imposto também muda o retorno líquido. CDBs e Tesouro seguem tabela regressiva de IR; quanto maior o prazo, menor a alíquota. Não compare apenas a taxa anunciada: compare quanto efetivamente sobra no bolso após tributos e taxas.

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A recomendação recorrente é diversificar: pós-fixados para liquidez e parcela em IPCA+ para objetivos longos, conforme o perfil. Em renda fixa, “melhor” não é só a maior taxa — é o investimento que cabe no seu prazo e no seu plano.

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