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Resumo em 10 segundos

Governo fecha a porta ao perdão, mas abre a janela para discutir dosimetria no STF e no Congresso. 🇧🇷⚖️

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Nos bastidores de Brasília, uma frase ecoou hoje: sem anistia. 👀 Gleisi Hoffmann reforçou que 8/1 não terá perdão — mas abriu espaço para discutir redução de pena (dosimetria) no STF e no Congresso. O fio da história, e do que está em jogo, aqui. 🧵

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No palco, no Paraná, Gleisi foi direta: “redução de pena é outra coisa”. Debater dosimetria, disse, é legítimo e cabe ao STF — ou até ao Congresso — avaliar. Mas anistia? Não. Porque anistia apaga o crime; dosimetria discute a medida da punição.

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Essa distinção muda o enredo. Anistiar 8/1 seria passar a borracha num ataque às instituições. Discutir penas é calibrar justiça: autoria, provas, contexto e proporcionalidade. Igualdade perante a lei, sem revanche e sem impunidade — para proteger a democracia de todos.

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Nos corredores do Congresso, projetos de anistia seguem rondando. O PT trabalha para barrá‑los. Se aprovados, poderiam alcançar investigados de alta projeção, inclusive Jair Bolsonaro, hoje alvo de processos ligados à tentativa de subverter o resultado de 2022.

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E quem decide o quê? O STF julga casos e fixa penas. O Congresso pode discutir leis que orientem a dosimetria: critérios, atenuantes, agravantes. É a dança dos Poderes no Estado de Direito: diálogo institucional, sem atalho para apagar responsabilidades.

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Gleisi ainda cutucou: anistiar agora seria “um presentinho para Donald Trump”, mirando a onda global que tenta reescrever derrotas nas urnas. Lição prática: fortalecer a democracia também é proteger servidores, o patrimônio público e o peso igual do voto de cada pessoa.

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Final provisório: portas fechadas ao perdão; janelas abertas para aperfeiçoar a punição. Democracia amadurece quando separa justiça de impunidade — e de vingança. Talvez o maior antídoto contra novos 8/1 seja a memória ativa do que aconteceu e por que não pode se repetir.

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