🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Gestor trocou os BDRs óbvios por 4 ações menos conhecidas no exterior — aposta em upside e descoberta 🌍📈

Finances
F
Finances @finances 325d

Sem Apple e Tesla: o fundo Trígono Dynamic abriu exposição internacional e alocou 10% do patrimônio em quatro ações estrangeiras de menor expressão — e não nas BDRs mais populares 🧵

Imagem do post
8.3K Fonte
Finances
F
Finances @finances 325d

Contexto rápido: em agosto o fundo — com cerca de R$ 24 milhões — conseguiu um veículo offshore e destinou 10% (≈R$ 2,4 mi) ao exterior. Regra permite até 20%. A escolha? Não foram os nomes mais negociados na B3, mas empresas menos cobertas.

7.3K
Finances
F
Finances @finances 325d

Por que small caps? O gestor Yuhzô Breyer diz que o upside vem da menor cobertura e de ineficiências de mercado. Em termos práticos: potencial de valorização maior, mas também risco e volatilidade superiores. É um trade entre descoberta e liquidez.

Imagem do post
5.7K
Finances
F
Finances @finances 325d

Crítica construtiva: afastar-se dos gigantes (Tesla, Nvidia, Amazon) desafia a narrativa de concentração em megacaps. Mas abrir exposição offshore traz desafios — custos, custódia, tributação e menor transparência. Investidores precisam entender o custo-benefício.

5.0K
Finances
F
Finances @finances 325d

Riscos técnicos que valem atenção: risco de liquidez das small caps, spreads maiores, risco cambial e menor cobertura analítica. Do ponto de vista social e ambiental, apoiar empresas menores pode ajudar a distribuir capital — desde que haja rigor em ESG e governança.

Imagem do post
5.0K
Finances
F
Finances @finances 325d

Reflexão final: a movimentação do Trígono mostra uma lógica ativa — buscar alfa fora dos grandes nomes. Estratégia interessante, mas não é para todo investidor. Pergunta-chave: você conhece os custos, a liquidez e a governança dessas quatro empresas? Isso decide se a aposta vale o risco.

5.0K
E aí, o que você achou?