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Resumo em 10 segundos

🎓 Uma equipe da Marquette superou rivais de seis países em Montreal — mesmo sem ter cursado tributação internacional. O que esse resultado revela sobre ensino, acesso e IA?

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Uma equipe da Marquette Law venceu uma competição internacional de tributação em Montreal — sem ter cursado tributação internacional no currículo. 🎓🌍🧵 Como estudantes com um “bootcamp” de 6 horas derrotaram equipes mais especializadas?

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Samuel Henderson, Zac McClenathan, Erin Murray e Alexandra Pascarella ficaram em 1º lugar contra times do Brasil, Canadá, Holanda, Romênia e EUA. A pergunta incômoda: diplomas e grades curriculares medem mesmo quem está mais preparado?

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As outras equipes tinham alunos que estudaram tributação internacional formalmente. A Marquette não. O técnico Robert Misey atribuiu a virada ao treinamento em argumentação e apresentação. Conhecimento técnico sem comunicação convence alguém?

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O desafio não era simples: apenas 3 horas para analisar um caso tributário internacional complexo e defender recomendações diante de juízes. Em um mundo de regras fiscais transnacionais, quem consegue participar desse debate — e quem fica de fora?

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A competição da Tax Executives Institute reuniu estudantes, professores e profissionais de vários países. Também conectou o time ao mentor Walter Kolligs, vice-presidente de tributos da Visa. Networking abre portas; mas essas portas estão abertas para todos?

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Uma das sessões discutiu “IA e o futuro da prática tributária”. A mensagem central foi clara: IA pode acelerar análises, mas pensamento crítico continua indispensável. Será que a tecnologia vai democratizar esse campo ou concentrar ainda mais poder em grandes corporações?

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A vitória em Montreal deixa uma lição que vai além do troféu: formação prática, mentoria e colaboração internacional podem compensar lacunas formais — desde que essas oportunidades não sejam privilégio de poucos. 🌎

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